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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

[Personagem da Hora] Motoqueiro Fantasma !

O Motoqueiro Fantasma surgiu em 1972, na revista Marvel Spotlight, e atualmente é um dos  personagens mais em alta da Marvel. Johnny Blaze era um experiente motoqueiro que realizava diversos espetáculos com manobras arriscadas, porém o mesmo acaba fazendo um contrato com um demônio para salvar a vida de seu pai adotivo, que estava doente: em troca de sua alma, o demônio não deixaria que ele morresse dessa doença.  O preço que Blaze pagou foi alto, pois ele se tornaria o "Motoqueiro Fantasma" todos os dias, ao pôr do sol, ou em momentos de estresse, alterando até mesmo sua personalidade.



Esta criatura da noite perseguia aqueles que julgava pecadores, se auto denominando Espírito da Vingança. Ao se transformar, Blaze adquire "novas" roupas, seu rosto se torna uma caveira flamejante e sua moto fica super potente. Entre seus poderes e habilidades, é invulnerável à fogo, além de poder gera-lo; sua moto é praticamente indestrutível, consegue andar sobre superfícies líquidas e verticalmente, como em prédios, além de poder viajar para outras dimensões. Possui um golpe chamado "Olhar de Penitência" capaz de queimar e enviar a alma da vítima ao inferno. Quando possui a corrente, ela é infinita, podendo ser arremessada em qualquer direção. Entre seus inimigos estão várias criaturas infernais. 



Além de Johnny Blaze, houve outras versões do Motoqueiro Fantasma, como Danny Ketch durante os anos 1990. No cinema, Nicolas Cage interpretou o personagem no filme homônimo de 2007. Está previsto para Fevereiro de 2012 o lançamento da sequência, Motoqueiro Fantasma: Espiríto de Vingança, com Cage novamente no elenco.



Sua última revista foi Ghost Rider (2006 - 2009), com 35 edições. Após o fim dela, o personagem protagoniza algumas mini-séries. Porém, em 2011, foi lançada uma nova revista com o mesmo título anterior, mas onde o Espirito da Vingança é uma mulher (Alejandra), substituindo Blaze. Essa nova serie está com previsão de término ainda nesse semestre, em sua edição #9. 











Miniaturas Metálicas Marvel


Recentemente, a Panini começou a lançar algumas miniaturas da coleção The Classic Marvel Figurine Collection. Atualmente, essa coleção já passou das 150 miniaturas de personagens distintos do Universo Marvel. Tem quase todos os personagens que você imagina, dos X-men, Vingadores, Homem-Aranha tc. É um mais lindo que o outro, dá vontade de ter todos.

A Panini pretende lançar algumas delas, com os personagens mais famosos, a um preço (se não me engano) de R$ 49,50. Sim, é caro. As primeiras miniaturas já foram lançadas em algumas cidades-teste e tem previsão de distribuição nacional lá pra agosto.

As miniaturas medem creca de 8cm, são muito detalhadas e, segundo informações dos sites, esculpidas e pintadas à mão e incluem um número de série. Cada figura acompanha uma caixinha individual e uma revista com informações do personagem. Tem tudo pra agradar qualquer fan, menos o preço :(

Algumas fazem parte de edições especiais e trazem personagens "gigantes", como o Sasquatch da Tropa Alpha, Hulk, Blob, Sentinela etc etc.

Gravei as imagens do site da coleção e vou postar aqui, pra babarem, como eu. Algumas miniaturas são simplesmente demais. Lembrando que muitas delas você pode comprar através de importadores, como alguns vendedores do Mercado Livre, pagando os mesmos R$ 50,00.

*Sonho em ter todos os mutantes.....

(Está um pouco pesado por conta das imagens, cliquem para aumenta-las).
Magneto eWolverine :)  Esse Octopus tá demais.

Blade muito
bom.

Tempestade ficaria melhor com outro modelo de roupa. Thor muito bom.


Fera :):) Muito bom. Elektra também.

Demonio que não lembro o nome
 muito legal.

Vampira:)

Homem de Gelo, Anjo e Gambit :) 

Mistica, personagem predileta :) Eu quero !! Mulher Hulk monstra também !

Noturno, Medusa e Lince Negra :)

Quenga Frost e Visão :)

Nick Fury, Polaris e Feiticeira Escarlate :)

Vilão do Homem-Aranha que não lembro o nome (Mistério ?) muito legal.

Cable :(

Humm Hercules e Psylock :)

Destrutor, Viúva Negra e Mercúio :)

Miss Marvel :)

Ai, Dentes-de-Sabre :)

Lady Letal Diva

Maquina de Guerra!

Bishop :( Valquiria muito legal !

Blink e Banshee !

Boiei. Conheço o robô.

Cristal ?

As Panteras +1: X-23, Tigresa, Jocasta e Jubileu !!


Encantor e Solaris :)

X-man :(

O filho do satan kkk

Passáro da Neve e Vespa :)

Pyro Tifoide :)

Míssil muito bom !

Soprano e até a Sina !!

Lembrando que há muitas outras, em lançamento, como a Dominó, Magia, Spiral (ah) e Avalanche, fora as gigantes.

De todas, as que fiquei realmente com vontade de ter são: Magneto, Fera, Electra, Anjo, Mulher Hulk, Mistica, Noturno, Medusa, Lince Negra, Emma Frost, Visão, Lady Letal, Banshee, Jubileu, Pássaro da Neve e Sina. Haja dinheiro !!! 16 figuras, levando em conta que cada uma custa R$ 50,00, me arrancaria 800 mangos !! Imagine todas....

Pena que alguns personagens dos X-men foram meio infelizes na escolha do modelo, como a Tempestade.

Justice League of America

Nome Original: Justice League of America #0
Editora/Ano: Panini, 2011 (DC, 2006)
Preço/ Páginas: R$1,99/ 28 páginas
Gênero: Ação/ Super-Herói
Roteiro: Brad Meltzer
Arte: Dan Jurgens, Andy Kubert, Phil Jimenez, Ed Benes, Howard Porter, Luke McDonnell, Dick Giordano, George Pérez, Jim Lee, Adam Kubert, Gene Ha, Rags Morales, Tony Harris, J. H. Williams III, Kevin Maguire, Ethan Van Sciver, Eric Wight
Sinopse: Superman, Batman e Mulher-Maravilha se preparam para escolher os novos integrantes da equipe. Porém, antes disso, relembram momentos que trafegam pelo passado, presente e futuro da agremiação super-heroica. Escrita pelo celebrado romancista Brad Meltzer (O Livro do Destino), e desenhada pelo brasileiro Ed Benes, a trama é um prato cheio de referências para os fãs, além de trazer vislumbres de fatos que podem ou não ocorrer.
Dentre as atuais 8 edições da linha +Aventura da Panini, a capa dessa quarta edição da DC foi a que mais gostei, desde o momento em que a vi na banca. A arte da capa é de Michael Turner, falecido em 2008, que já fez capas para Guerra Civil, Witchblade e Superman. A edição começa com a introdução de Levi Trindade (Editor Sênior DC Comics) explicando de quando surgiu essa nova revista, como escolher as histórias que serão publicadas etc. E é comentado sobre a reformulação dada à Liga ao passar dos anos. A origem dessa nova linha editorial e sua função junto aos novos leitores já foi explicado melhor em meu review de DC+Aventura #1. Mas ao ler a história que segue, parece que a revista tomou outro rumo.

A história em questão trata-se de “Ontem, Hoje, Amanhã” publicada em Justice League of America #0, uma espécie de prólogo à nova reestruturação que a Liga sofreu em 2006. É bem claro a intenção da Panini em parear essa edição com o atual reboot da DC, que “resetou” todo o seu Universo. Na época, logo após Crise Infinita, a intenção da nova Liga também era de deixar as histórias mais acessíveis ao novo público. O roteiro é de Brad Maltzer, escritor de Os Milionários (Record, 2004) e, nos quadrinhos, já fez Crise de Identidade. A narrativa é interessante e ágil, a cada página temos momentos diferentes da história da Liga da Justiça, pelo olhar dos três principais heróis: Superman, Batman e Mulher-Maravilha. Há muitas homenagens à sagas e acontecimentos famosos, além de diversas referências, como também suposições do que poderia acontecer à nova série que se seguiria. A arte ficou a cargo de diversos artistas, criando visuais diferentes aos heróis dependendo da época retratada. Para os fans do grupo ou conhecedores de sua história, é uma boa edição. Ta ok, mas e os novos leitores ?

Ao terminar de ler fiquei com um grande “?” na cabeça. Depois de tantos vai e vens no tempo, não sabia nem mais o que realmente ocorreu à LJA, o que ia ocorrer, o que estava ocorrendo, ficou tudo muito confuso, além, é claro, do visual e a personalidade dos heróis mudando a todo instante. Creio que qualquer um que também não conheça a Liga da Justiça a ponto de entender as referências, irá se sentir como eu, como se estivesse entrado no meio de um tiroteio.
A culpa não é do roteirista, pois para os fans do grupo de heróis poderá ser uma leitura agradável. Mas e os novos leitores ? Sei que sempre comento isso nos reviews da série +Aventura, mas a própria Panini expôs que o intuito é agradar e atrair novos leitores ao Universo DC/ Marvel, como também era/é da nova LJA, mas da maneira que foi mostrado em DC+Aventura #4 fica difícil. Apesar de virar uma salada, os desenhos são bons, principalmente por retratar épocas distintas, e o ótimo acabamento gráfico continua o mesmo. Ou essa nova série vire uma espécie de "guia" para os principiantes ou um presente para os veteranos, acho importante decidirem para fixarem seus leitores/compradores.
*Apesar da Panini anunciar que os desenhos da edição são de Ed Benes (Aves de Rapina), na verdade o desenhista brasileiro é responsável por algumas páginas, pois a história foi desenhada por vários artistas (vide ficha técnica no início do post). É na edição seguinte, #1, que Benes se torna desenhista regular da série. As capas de JLA #0 à #12 foram feitas por Michael Turner; a escolhida pela Panini para esta edição equivale à #12.

Ghost Rider

Nome Original: Ghost Rider #5
Editora/Ano: Panini, 2012 (Marvel, 2007)
Preço/ Páginas: R$1,99/ 28 páginas
Gênero: Super-Herói/ Ação
Roteiro: Daniel Way
Arte: Javier Saltares
Sinopse: Johnny persegue uma gangue de demônios e acaba caindo na armadilha de um deles, indo parar no antigo parque onde morava. Entre as ruínas, ele acaba lembrando de como se tornou o Motoqueiro Fantasma. 


Como de costume, a Panini lançou uma HQ de algum personagem que esteja em alta e, neste caso, foi com o Motoqueiro Fantasma. O segundo filme do Espírito da Vingança será lançado em 17/02/12, estrelando Nicolas Cage (Cidade dos Anjos, Despedida em Las Vegas) e com a direção da dupla Neveldine & Taylor, os roteiristas do filme do Jonah Hex. Muitas pessoas podem se interessar pelos quadrinhos do Motoqueiro e nada melhor que conhece-lo através dessa Marvel+Aventura #6.





Para quem não conhece, é um prato cheio, mas para aqueles que conhecem e já estão acostumados com quadrinhos, é uma HQ bem clichê. Trata-se da edição 5 da nova série mensal que o Motoqueiro Fantasma ganhou em 2006 (que durou 35 números). Nela, o personagem lembra de sua origem, de como se tornou essa caveira flamejante.


É a típica história onde o herói persegue os bandidos, encontra um vilão de tempos passados que carrega/ mostra algo dos velhos tempos e o protagonista acaba por lembrar de sua origem. Johnny está perseguindo uma gangue de demônios motociclistas, decapitando dois deles, e chega num parque abandonado, para pegar o terceiro. O parque havia sido a "casa" dele na juventude, desencadeando diversas lembranças daquela época, de sua paquera, do convívio com seus pais adotivos e de seu trágico acordo com o inferno. O demônio que o levou lá é o mesmo que fechou o contrato com Johnny, para perturbá-lo.





É um belo flashback. O roteiro é de Daniel Way (Daken, Wolverine: Origins) que escreveu boa parte da série. Dentro do conceito da +Aventura, foi uma boa escolha. A Panini abre a edição com mais um editorial, contextualizando o herói, passando um rápido resumo do mesmo e das séries mensais e especiais que já teve. Ghost Rider (2006) teve suas primeiras edições lançadas por aqui na revista Universo Marvel.


Os desenhos foram feitos pela dupla Javier Saltares e Mark Texeira (Cavaleiro da Lua, Motoqueiro Fantasma - 1990) e com as cores por Dan Brown (Justiceiro, Aquaman). O resultado da equipe é o ponto alto da revista, numa arte que parece pintada com lápis de cor (principalmente nas cenas de flashback), semelhante ao trabalho do Joe Chiodo (Gen 13, Arlequina & Hera Venenosa), só que com traços mais definidos e reais. A cena abaixo representa muito bem o estilo encontrado na história.





Só estranhei a origem do herói. Não sou um bom conhecedor do Motoqueiro Fantasma, mas a origem mostrada em Mitos Marvel é bem diferente desta aqui. Nessa Ghost Rider #5, Johnn faz um pacto com o Demônio num ritual de magia, onde o dito-cujo aparece em sua forma “medieval” (vermelho, chifres); já a mostrada em Mitos Marvel, Johnn está bêbado num bar e o demônio (com terno) aparece para ele, propondo um trato. Coisa de herói... Ao final da edição temos um resumão da caveira numa história de uma página.


O ótimo acabamento e o preço continuam: capa couché e papel LWC à R$1,99. A linha + Aventura deve estar indo bem nas vendas, pois em Março já faz um ano desde o primeiro lançamento. Sem dúvidas, o baixo valor e as histórias variadas foi uma boa sacada da Panini, pois faz o leitor sempre comprar as edições, mesmo se tratando de histórias, geralmente, medianas. Nesse ano será lançado o filme dos Vingadores, então é bem provável que eles protagonizem a próxima Marvel + Aventura.

The Flash


Nome Original: The Flash #9 à #11
Editora/Ano: Panini, 2012 (DC, 2011)
Preço/ Páginas: R$5,90/ 68 páginas
Gênero: Super-Herói/ Ação
Roteiro: Geoff Johns
Arte: Francis Manapul & Scott Kolins
Sinopse: Flash se prepara para enfrentar um inimigo vindo de outra dimensão, o Perseguidor Implacável! Ao mesmo tempo, investiga estranhas mortes onde o assassino "rouba" o tempo das pessoas. Se não fosse o bastante, o herói precisa conseguir conciliar seu trabalho e o convívio com sua família. É o prólogo ao Ponto de Ignição, a saga que zerou o Universo DC.



Começa a contagem regressiva para um dos maiores eventos da DC Comics: o “reboot” de suas 52 revistas mensais relacionadas aos super-heróis. Para quem desconhece, a editora zerou a numeração de todas suas revistas no final de agosto de 2011 e, com isso, zerou também boa parte da cronologia dos personagens. Isso significa que décadas de histórias podem não valer mais. Foi uma decisão arriscada, mas que fez a DC voltar ao topo das vendas, posição que não alcançava há anos. Todo mundo queria ver como ficou o Universo DC depois da reformulação e só o tempo dirá se mudou para melhor ou pior :)



O que causou essa mudança é contado na mini-série Flashpoint, traduzida para Ponto de Ignição. O engraçado é que nessa primeira edição da Panini não há Flashpoint #1, e sim as edições finais da série do Flash, que funcionam como uma "introdução" ao Ponto de Ignição, que já funciona como uma introdução ao reboot. A Panini havia anunciado quais seriam as edições que entraria no especial, mas ficou a expectativa de termos o verdadeiro início da série :(






No editorial há um resumo dos acontecimentos até aqui, explicando as últimas lutas de Barry Allen, o Flash. A trama trabalha bem na relação do protagonista com sua família, principalmente sua esposa Íris e seu neto (vindo do futuro) Bart Allen. Barry passa pelo típico herói que não possui tempo para os parentes e é extremamente focado ao seu trabalho, o de “salvar o mundo”.



Em meio a correria surge o Perseguidor Implacável, que diz ter vindo de outra realidade e que precisa encontrar e exterminar uma anomalia que, segundo ele, se não for impedido causará o fim do mundo (ou dos outros universos paralelos, da história da humanidade.... o de sempre). Ele utiliza um acessório que se torna uma moto super veloz e, para surpresa do Flash, o cara é a versão dele numa realidade paralela. Ao mesmo tempo, algumas pessoas são encontrada mortas, aparentando ter muito mais idade do que realmente possuem, como se alguém estivesse “roubando” a vida delas (ou o tempo). E Barry investiga o caso, bem no estilo CSI de ser (ou Law & Order, já que temos a volta de Patty Spivot, sua antiga parceira, para ajudá-lo).






O roteiro é de Geoff Johns (Sociedade da Justiça, Lanterna Verde), que também é o escritor da mini principal Flashpoint, e os desenhos são de Francis Manapul (Witchblade) nas duas primeiras histórias e de Scott Kolins (Flash, Marvel Team-Up) na terceira e última. A troca na arte é perceptível, mas nada gritante já que os dois tentaram manter o mesmo "estilo", muito bom por sinal, com destaque para o sombreamento de Kolins e as cores de Brian Buccellato. A Panini também incluiu as capas originais no miolo, que são ótimas.



Para quem pretende começar a acompanhar o Universo DC a partir do reboot (como eu) e pretende entender a causa das mudanças, podem preparar o bolso. Além de Flashpoint, houve inúmeras histórias “spin-offs” lançadas tanto nas mensais quanto em especiais, e a Panini pretende lançar boa parte delas. Já de início, foi anunciado que as revistas Universo DC e Liga da Justiça terão séries de apoio e que em março será lançado Ponto de Ignição Especial, série mensal em três edições que trará algumas minis fechadas ao custo de R$16,90 (144 páginas, papel LWC e capa cartão). 5 edições de uma, 3 de outra, não vai sair barato...






As histórias dessa Ponto de Ignição #1 são regulares, mas acima da média das histórias de heróis que surgiram ultimamente. A Panini deu um ótimo acabamento, com capa couché, papel LWC, páginas numeradas, introdução e as capas originais. Mesmo assim, é uma história do Flash. Fica a expectativa do real "Flashpoint", com as mudanças da cronologia e de como a Panini irá organizar tudo isso aqui no Brasil. Será que ela irá zerar a numeração dos mixes? Continuar do jeito que tá? Tentar lançar as 52 revistas? É esperar pra ver. Mas se começassem a publicar sem atraso já seria um bom início....



Importante lembrar que essa não é a primeira vez que a DC tenta revigorar seus personagens. Com tantos vai e vens no tempo e realidades paralelas, é muito fácil inventarem uma desculpa e voltarem tudo ao "normal", esquecendo de todos esses fatos de "Flashpoint" e dando continuidade à antiga numeração. É de enfurecer, mas não é impossível.

Famosos





Caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Wikipédia.



Confira algumas caricaturas de artistas famosos e nacionais, para rir e descontrair, além de tentar adivinhar esses rostinhos bonitos kkk